sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Drummond.

Eu ainda me surpreendo com as surpresas que o meu azar, volta e meia (entenda-se sempre) me proporciona. Sim, porque, veja bem, é realmente incrível notar como algumas situações acabam se construindo, mesmo que alheias as nossas vontades. Até aí, eu mesma digo que eu to chovendo no molhado, dada a obviedade do exposto. Porém, o fato é que, quando você acha que já experienciou uma porrada de lances e que não existe mais possibilidade do seu azar inovar, ele vem e te mostra que TUDO é possível, e que o divino maravilhoso da canção só tem mesmo relação com histórias consubstanciadas em "eus líricos" e afins.

É olhar e ver que não importa tanto o que se faça ou o que se pense (e é nesse momento que toda a discussão entre idéia e práxis se esvazia de sentido), determinados acontecimentos que tenham caminhos a tomar, tomarão sempre um caminho específico. Muito se engana quem supõe que eu estou falando de destino, não seria tola a este ponto. O que eu to dizendo é: não importa se você se joga ou se vc é prudente, vc vai sempre se foder porque os seus caminhos têm sempre essa tônica, sempre esse fim. E não to falando de conformismo, de modo algum! To falando de ser resignadamente sacana pra entender, captar e rir de si mesmo, afinal não há nada mais razoável que fazer piada das próprias misérias. Caso assim eu não fosse, aqui não estaria.

Mas ainda assim, tendo essa consciência toda, a gente sempre acredita, de um jeito ou de outro, poder "driblar" determinadas contingências e realizarmos aquilo que temos vontade. Só que quando a gente dá de cara com o que não é contornável absolutamente, a gente faz o quê? Duas alternativas: ou se sente estúpida ou ri da merda toda. E veja, uma não se opõe a outra, necessariamente, mas podem se coadunar, tornando a coisa toda muito mais "bacana" de se levar.

De modo que, eu sei que é burrice pensar que aspectos específicos de contextos determinados podem ser modificados em prol das nossas predileções e desejos; e isso é simples de se compreender. O difícil é pensar que diante dessa impossibilidade, temos que apenas nos contentar em sufocar nossas ações e seguir adiante com essa espécie de castração, pensando que não há nada que se possa fazer, além de SUBVERTER A PORRA TODA, FODENDO O AZAR E CONTORNANDO SIM O INCONTORNÁVEL. DE ALGUMA MANEIRA E EM ALGUM MOMENTO!

Eu não vou parar.

Quem for de entender, que entenda.

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"Para suportar a minha seriedade e a minha paixão é preciso ser íntegro nas coisas de espírito até as últimas consequências; necessária é também a inclinação para o proibido; predestinação para o labirinto; o respeito por si mesmo, o amor-próprio, a liberdade absoluta para consigo."

F. Nietzsche - O anticristo.



segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Eu hein.

Eu não gosto de gentes. Não gosto. Mas digo que a assertiva é sustentável em abstrato, caso contrário, eu seria mesmo um eremita. Em concreto, algumas poucas são toleráveis, e algumas raríssimas são mesmo passíveis de se amar e conviver. Todavia, isso é exceção. Eu quero falar de mim diante da regra.
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Porém antes uma breve história verídica: certa vez, num dos meus muitos porres, segundo me relataram, eu andei pela rua agredindo verbalmente as pessoas. Andava por elas, apontava o dedo e dizia como elas eram desprezíveis, feias e desinteressantes. "Vai, seu sujo, piolhento, cheio de carrapato na carapinha".rs. E é aquela velha história, a gente bebe e solta a Maria Padilha ou o Zé Pilintra que existe em nós. A potencialização de tudo o que não presta. Ou não.
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De modo que, como eu não posso (ao menos não quando tô careta) sair por aí xingando as imbecilidades com as quais me deparo, eu concentro a ira no pensamento direcionado, saca?
Sou capaz de passar horas em silêncio, ensimesmada, porém xingando as pessoas de biltres, estúpidas e aborrecidas. Isso acontece muito na uerj e no metrô. Olho pra cocota da uerj e mando na cara dela, ainda que ela não tenha idéia: vai, seu ovo choco, cara de mula, bunda seca, crente que é gatinha só pq tá com essa bolsa cafona do(a) Louis Vitton!!
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Eu xingo muito no metrô também, mas aí a raiva é tão grande q não consigo guardar pra mim. Saio espraguejando e maldizendo mesmo. O bom é q o fone de ouvido me dá retaguarda né. Tipo, saio falando pra ng, mas pra mim. Sim, pq a última coisa q eu quero é apanhar por fazer algo que eu considero justo, muito justo: insultar!
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"Caralho, mas como é idiota. Espaço pra caralho, mas quer ficar esfregando essa merda dessa bolsa de camelô na minha costela. Takil pariu"
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Ou então
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"Puta caralha, vai fazer uma dietinha não? Num fosse tu, tava todo mundo na boa aqui, mas escolheu de pesar 300 kg, aí tamo aqui, tudo apertado e fodido por tua culpa!".
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Mais ainda
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"Ô, Pooooorrraaaaaa, vai descer no caralho da estação, fica mais perto do caralho da porta pra não sair que nem uma mula dando coiçada em geral, seu cornofilho da puta!"
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Sei que já falei sobre algo parecido antes. E eu nem falei das gordas q seeempre sentam do meu lado, em qualquer situação que seja. Mas who the hell cares? Além do mais, a ira é algo q está sempre se repetindo, com personagens e situações diferentes e Maquiavel dizia mesmo que a história é cíclica. E eu não poderia concordar mais. Apenas faria um adendo mal-humorado: tudo que é merda, sim, é cíclico.
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E avante, mau-humor!
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Ouvindo: In your room - Depeche Mode.
Bebendo: Suco de abacaxi (me viciei nesta merda).
Fumando: Hollywood Azul.
Sentido: Eu to me sentindo muito bem, obrigada.rs.
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reclamar é uma arte.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Achtung.

Alhos são uma coisa. Bugalhos são outra. Algo tão simples de se depreender, para certas camadas de humanos parece impossível de alcançar.
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Eu to falando da guerra do cotidiano. Porra, e em se falando de guerra, é preciso q tenhamos estratégias. E mais: para cada batalha empreendida, uma estratégia diferente, com palavras de ordem diferentes, bandeiras e armamentos específicos.
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Digo que cada relação travada suscita táticas que jamais podem se repetir ou se parecer. Isto é tão evidente que deveria ser desnecessária a minha observação.
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Todavia, ainda me surpreende a mediocridade de alguns que se encontram em guerra e não notam a premente necessidade de aplicar esforços diferenciados em situações singulares.
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Ora, simples, porra: cada um, cada um. De modo que para uma pessoa x, o modo de proceder deve estar de acordo com as condições dadas. Difícil entender que numa guerra de posição, será inexecutável o emprego de armas ou bombas? Difícil entender que numa guerra de guerrilha, é essencial conhecer o terreno por onde se embrenha? Difícil entender q por mais q vc seja pacifista, a realidade, por vezes, obrigar-te-á a não agir como tal? Se entrar numa de ir pra guerra à moda caralha, vai sair dela igual a um legionário romano na Germânia: semi-morto e todo estrupiado.
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É por isso que eu proclamo: estratégia, estratégia e estratégia.
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Se há algum objetivo e, usualmente há, urge q sejamos inteligentemente combativos. Exemplo: não dá pra entrar numa guerra subestimando o adversário apenas por subestimar! Lembra do Vietnã? Pois é.
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O que eu digo é que é altamente recomendável a avaliação exaustiva dos diversos fatores que compõem a caracterização do inimigo, de modo a positivarmos uma tática singular para cada relação (des)humana que iniciamos (ou finalizamos). Agindo assim, é bastante razoável acreditarmos que poderemos atingir o que sempre buscamos: foder aquele filho da puta maldito que, mesmo sem querer, nos convoca para a guerra que, no meu entender, alcunha os relacionamentos em geral.
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E fim de papo.
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Esse texto é pra Thaís.
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"Y así lo prueba la Historia, que en este mundo no se consigue nunca lo possible si no se intenta lo impossible una y otra vez. Pero para ser capaz de hacer esto no sólo hay que ser un caudillo, sino también un héroe en el sentido más sencillo de la palavra. Incluso aquellos que no son ni lo uno ni lo otro han de armarse desde ahora de esa fortaleza de ánimo que permite soportar la destrucción de todas las esperanzas, si no quieren resultar incapaces de realizar lo que hoy es possible."
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Max Weber (1997: 178-9) apud REY, Mabel Thwaites, “Legitimidad y hegemonia. Distintas dimensiones del domínio consensual”. In: REY, Mabel Thwaites (Org.). Estado y marxismo: um siglo y medio de debates. Buenos Aires: Prometeo Libros, 2007. p.165.
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Ouvindo: Pantera - Walk.
Fumando: Marlboro.
Bebendo: Suco de abacaxi (ousei).
Sentindo: Raiva do mundo.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Férias.

O blog está de férias por tempo indeterminado. A contar de hoje, caríssimos.

Até a volta.

;)

domingo, 14 de setembro de 2008

domingo, 7 de setembro de 2008

Tumba-na-catumba-tumba-ta.

Vendo o vídeo "Sepultura em Barcelona" com o Alan, começei a pensar em coisas banais (pra variar), mas que são comuns a todos nós. Mas antes só dois detalhes: primeiro que Sepultura é realmente um nome foda pra banda de Metal. No Brasil dos anos 80, existia o Sarcófago, mas não pegou.rs. Ainda bem. E tinha também a Tumba Records. Gravadora de Black metal.rs. Juro!
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Pois bem. O sepultura acabou por causa da golden buça da mulher do Max né. Pq fala sério, só sendo A buça pra conseguir separar uma banda assim. Revoltante. Então, diante do exposto, anuncio q o tema de hoje é: meter o malho nos cônjuges de famosos!
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Começo pela que eu mais odiei sempre: Courtney Love! O que é essa pessoa?Como pode ser mãe? Torço pra que o Dave Ghrol encha-lhe a cara de supapo!(nossa.....nunca tinha escrito supapo. Escrito soa diferente de falado. Que estranho. Nevermind.)
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A Victoria sei-lá-oque, mulher do Beckham é outra. Não tenho nada contra ela, mas acho q um homem como ele deveria ser solteiro pra sempre! Tudo bem que não ia me dar mole nuuunca, mas é tipo "patrimônio da humanidade", saca? Dá até dó de falar mal da ex-spice pq ela deve ter tomado tanto galho, q já virou praticamente um jequitibá. Next.
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E digo que o meu mais novo odiado é o Blake, marido da Amy! Fica todo se sentiNo o gostoso pq o mundo inteiro sabe q ela é louca por ele. Pombas! Pq ele não faz alguma coisa pra ela sair dessa merda?! Eu to sentindo q ela bate a casuleta antes de vir por aqui e culpa é toda desse idiota!
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Olha, eu sou capaz de ficar aqui até amanhã listando e detonando geral, mas não vou fazer isso não pq hoje eu to realmente contente: comprei mais memória pro meu computador e o bichin tá q tá tiniNo! Então, vou nessa.
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Inté.
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=D

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Queria mandar tomar no cu, mas...

Sabe quando vc sente vontade de dizer um monte que tá entalado há séculos? Sabe quando vc perde qualquer freio que possa fazer parar a sua língua de trapo? Sabe aquela sensação maravilhosa que vc sente quando sacaneia alguém que sempre mereceu ser sacaneado? Sabe aquele alívio salutar que a gente sente, quando solta um sonoro "vai tomar no cu, corno(a) fodido (a)!". Então, hoje é dia! Libera o Jece Valadão que habita em você e mete bronca! Tá sem estímulo? Fecha os olhos e lembra das coisas qua a criatura fez que te foderam o juízo e pensa em tudo o que gostaria de dizer pra ela! Tá sem inspiração? Tá aqui o Lupicínio pra te ajudar ó:
"Agora você vai ouvir aquilo que merece
As coisas ficam muito boas quando a gente esquece
Mas acontece que eu não esqueci a sua covardia
A sua ingratidão
A judiaria que você um dia
Fez pro coitadinho do meu coração
Essas palavras que eu estou lhe falando
Têm uma verdade pura, nua e crua
Eu estou lhe mostrando a porta da rua.
(...)"
Diz o que quiser pra quem vc quiser, mesmo que seja só aqui nesse blog, cara! Quer um incentivo? Sigam-me os bons:
- Sua mal fodida, pelancuda, nareba de Itu! Eu não tenho culpa se vc se fodeu! Quer dizer que eu sou mulher de botequim? Pode falar! Eu aposto que vc gostaria de estar pelos botecos da vida ao invés de ficar em casa cuidando de filho remelento e remoendo um casamento de merda que nunca deu certo! Sua corna! Desenchabida! Sirigaita! Se precisar de mim pra um copo d'água, vai morrer seca.
Ou então:
- E aí teu pai continua chato pra caraleo, maluco e viado? E tu? Dando muito esse brioco azedo por onde passa? Olha, deixa eu te dizer uma parada q eu silembrei aqui :acho q deve ter mulher no mundo que pensa que o tamanho não é importante, então.....boa sorte aí hein, campeão.
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Bom Pacas. Né, não? E só pra constar: a segunda fala é verídica. =D
Cya!
\o/

domingo, 24 de agosto de 2008

Se tudo der certo, viro hippie.

Antes era só uma sociopatia boba, do tipo "caraleo, como tem gente idiota no mundo. Eu escolho ficar longe". Agora é do tipo intolerância à lactose, sabe? Não é que eu não goste de leite, é que eu simplesmente me sinto mal bebendo leite. Mais ou menos isso.
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No último porre q eu tomei (taí a história que a Ana P mencionou, Sâmia), eu andava pelas ruas apontando pras pessoas, falando mal delas, rindo delas, na cara delas. A ponto de quase apanhar, segundo me relatou um amigo, já que eu estava tão zureta q não me lembro de nada. Velha história: quando se está bêbado, vc libera os lances todos de dentro e coisa e tal.
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E o grande lance é: eu não suporto mais as pessoas. Sério. Eu já fui ao neurologista, ao psicólogo, ao psiquiatra e fiz exames pra saber se eu to com parafuso solto, mas não deu nada. É possível?
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O fato é que eu não tiro o mp3 player do ouvido. É ele que me salva do mundo. É ele que me salva de querer agredir as pessoas que às 7 da madrugada estão felizes da vida, num metrô lotado, contando seus casos aos berros. As pessoas não mais conversam, elas berram. Urram.
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Isso é só uma parte. Tem todo o resto né: os arrogantes, os sem caráter, os sem coração (eu), os sem noção, os sem educação, etc.
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E como é que eu vou fazer agora? Eu gostaria muito de sair da cidade. De passar num concurso pra professor no interior, onde judas perdeu as meias, pra não ter mais que pegar metrô, nem ônibus, nem trânsito, nem multidão, nem nada.
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O meu mau humor (assim como a minha preguiça) se tranformou num vírus. E não vejo jeito de melhorar. E pra falar a verdade, eu nem quero, sabe? Gosto de reclamar e de ser rabujenta, mas é que tá foda de me aturar.
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O que eu não gosto é dessa cidade que tem capacidade para 1000 e tem 1 milhão.
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Minha paciência está zerada, confrades.
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Até mais.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

No limite da loucura e Madonna.

Acho que agora fudeu tudo de vez. Explico. Estava eu nas lojas americanas hoje, daí, entrei, olhei e saí. Quando eu estava no metrô, pensei "caralho, esqueci de ver o dvd X", daí uma voz diz "esqueci, não! VOCÊ esqueceu!". CARALEO, como assim? Foram dois pensamentos, um seguido do outro e da mesma pessoa: EU! E eu quase dei um berro (juro) quando dei conta do acontecido. Será que acoisa toda embucetou de vez? Será que o q eu tanto temia realmente aconteceu? Será que eu to batendo pino? A verdade é que isso explicaria muita coisa...
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Desanuviando, ma non troppo: confirmado show da Madonna no Rio dia 14 de dezembro. FO-DEU. Já to contando os dias (e as moedas) pra comprar o ingresso! Alguém leu moedas? Bom, na verdade seriam zilhões de moedas já que o lugar mais xexelento sai por módicos 180 reais! Onde nós estamos? Meu Deus! Olha bem! 180 pratas uma porra dum ingresso? E que fique bem claro que eu só posso ir porque pago meia entrada (e pagarei eternamente já que quando eu acabar de estudar as porras todas, passarei pra meia de idoso).
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Tá bom, tá bom. A verdade é que eu iria de qualquer jeito. Ah, que se dane! Vou me jogar! E vou mermo!
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Madonnaaaaaaaaaaaaaaaaa, aí vou eu, gata-garotaaaaa!
\o/

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Faz de conta...

...que hoje é ontem!

E por quê?

Porque ontem foi dia 12 de agosto!

E?

E O BLOG COMPLETOU UM ANO!!!

Aeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!

E se eu pudesse escolher um presente, escolheria um pra fazer uma puta festança com os queridos e assíduos leitores porra-loucas dos impropérios que aqui escrevo. BrigadÚ!

Taí, gente. O nosso presentin:


\o/\o/\o/\o/\o/\o/\o/\o/

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Puta que pariu! Morreu Odete, o melhor cu da praça*.

Diria o Costinha se ele tivesse vivido pra ver o capítulo de hoje de "A Favorita". Eu sei que ninguém, além de mim, dá a mínima pra essa novela, mas eu não consigo evitar:


Caraleo, a Flora é a assassina! Mas aí, teréssa hein. Adoro a Patrícia Pillar. To com ela até o fim!

E o João Emanuel Carneiro é realmente o autor de novelas mais legal desde o Gilberto Braga! Ele, tipo, adiantou o último capítulo da novela. Deu um nó em tudo, saca? Eu ainda me lembro do último capítulo de "Vale Tudo" e todo o mistério que desembocou na Leila como assassina da Odete Roitman! Essa porra parou o Brasil e as conversas no botequim do meu avô (sim, eu cresci num boteco, mas isso é história pra outro dia). Mas hoje foi foda.

Naonde que eu iria pensar que a assassina era mesmo a Flora? Eu adoro essas coisas. E digo mais: bem que eu achei estranho, a loira mocinha e a morena vilã. Isso nunca funciona no Brasil. A morena é a boa moça sempre e qq tinta de cabelo é sinal de pilantragem no imaginário nacional (eu sei do que eu to falando, haha).

Eu tinha um outro post engatilhado, mas depois da novela hoje, eu juro que não consegui. Fiquei abilolada.
Ehr....bom...tchau né.
Até.
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*pra quem não sabe, essa frase do Costinha não tem nada a ver com a Odete Roitman. Era só uma frase de uma das piadas que ele usava pra demonstrar surpresa ou se lamentar.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Excentricidades...

...ou cafonices. Depende do contexto, como quase tudo na vida. Acho que eu já disse mais de 100 vezes aqui que eu assumo as minhas misérias né. Então, hoje, vamos a elas, no âmbito cultural:

01- Eu sou fã dos filmes do Adam Sandler. Tudo começou com "The Wedding singer".
02- Adoro o Fábio Jr. A culpa é de Roque Santeiro.
03- Eu amo a Barbra Streisand desde pequena, desde que ouvi "I am a woman in love".
04- Não passo um dia ser rir, pela milésima vez, dos episódios de Seinfeld.
05- Queria ser paquita quando pequena.
06- Gosto muito das músicas dos trapalhões. Destaque para "papai, eu quero me casar".
07- Eu amo "Lendas da paixão". Amo a Julia Ormond nesse filme.
08- Ah sim, onde tem "Sandra Rosa Madalena" tocando, tem eu me pendurando no lustre.
09- Sou doida por folhetins.
10- Eu adoro as músicas da Britney Spears.

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Nossa, como foi bom isso. Desculpa, gente. É a piração do mestrado. Tendo que parir uma discussão historiográfica em 15 dias, eu quero mais é me idiotizar!

Mas a real é que todos nós temos essas "excentricidades" escondidas, né não? Vc diz que gosta de Veríssimo e Chico Buarque, mas se alguém perguntar se vc gosta dos romances tipo "Julia", vc vai negar de pé junto. E por quê?

E aí? Quer contar suas misérias? Aproveita, nêga!

Cya. =)

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Pra mim: a inspiração surgiu quando eu ouvia a trilha de the wedding singer. Tava arrumando a casa e achei esse cd q tava sumido há tempos. Tremenda cagada.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Mexericos da Candinha*

Minha gente bonita. Depois desse tempo todo, eis me aqui, novamente. E como tudo tem girado pra cacete, resolvi fazer meus comentários, mais que pertinentes, diga-se, por partes.
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Vou começar falando de algo bom, pra dar uma variada. Meus caros, rendei-vos, o disco novo da Madonna, qual seja, Hard Candy, tá bom pra caraaaaaaaalho. E já tenho minha favorita: she's not me! Madonna em dezembro?! Aí vou eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeu!!!!!!!!!!
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O orkut é mesmo uma merda. Ou não. Vc pode achar quem quiser ou o que quiser. Exemplo? Pois sim. Outro dia fuçando o orkut de uma antiga conhecida de colégio (a qual não foi adicionada e nem será), encontrei um menino que eu era apaixonada. Aquela coisa, né...13 anos...e talz. Ele nunca me deu confiança. E eu sempre fiquei na bronca né? Pois é. Mas o maneiro foi descobrir que ele se casou e embuchou uma mulher horrorrosa! Com quantos "érres" for preciso para destacar a informação. Eu fiquei abismada. O garoto era lindo (e assim continua) e se amarrou numa tremeeeenda baranga. E sabe do que mais? Eu fiquei foi feliz! E não é a primeira vez que isso acontece. Deus foi legal comigo nesse sentido. Tipo: ah, é? Não quis? Então, vai se apaixonar pela mulher mais baranguda e mais sem graça que te aparecer, parceiro! TOMA! Irrá!
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Outro dia, estava eu com meu brinquedo mais precioso, a saber, meu mp3 player, e ouvia Claudinho e Buchecha, mais especificamente, Nosso Sonho. Sim, eu adoro essa música e daí? To pagaaaaano.Hahahaha. E então eu ouvi a tal frase " se o destino adjudicar, esse amor poderá ser capaz...". Fala muito sério. Não fosse por essa música, ninguém jamais saberia da existência do verbo adjudicar! Soube, na época, que quem sugeriu foi o empresário deles. Ou alguém pensou que o Claudinho ou o buchecha teria pensado nisso?
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Cara, e o Wagner Moura hein? O que é aquele comercial da Marisa (e o do zero cal tb!) com ele fazendo aquela cara de galã de quinta? E praquê aquela voz ridícula de quem acabou de acordar? É zéugzi? Crente, crente que tá abafando?! Será que ele acha mesmo que as mulheres vão sentir tesão nele por causa disso? Será que ele acha q as pessoas vão sisquecer do capitão nascimento e o seu famoso "Pede pra sair, vc é muleque!!!!?". Peraí né. Menos, beeeem menos.
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Ah, sim. Eu já disse que adooooro novelas? Pois é. Desde 2004 que eu não via uma que me agradasse (a última foi celebridade), e eu devo dizer que to fissurada na novela das 8. Juro. A história é maneira, as cenas são bem feitas. E os diálogos são ótimos! E o que é o Zé "todo gostoso que Alan não me ouça" Bob? Que que eeesso. Beleza de novela, minha gente!
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Vem cá, todo mundo se sente burro quando vai a alguma biblioteca procurar um livro e passa horas tentando encontrar as paradas com aquele monte de números e letras? Deus, eu sou uma idiota.
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Semana passada, eu atinei para algo. Comentei com o Alan, mas ele não via Friends, então, essa é só pra quem via a série. Gente, a Amy Winehouse é tipo a Janice do mundo bizarro! Igual o super homem do mundo bizarro e talz. Igualzin. Daí procurando na internet, vi que já tinham tido a minha idéia. Merda. Mas de todo jeito, taí a prova:

Só pra fechar: quem não aguenta mais neguin falando da imigração japonesa na tv, levanta a mão!
o/
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*Nome de uma seção da extinta Revista Amiga - revista de fofocas dos anos 80. =)

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Na mosca

Dia desses, sem nada o que fazer de madrugada, botei no programa do Jô. Eu não suporto, mas às vezes rola algo de interessante. Daí rolou uma matéria perguntando pras pessoas na rua, qual seria o título do livro que resume as suas vidas. Cara, na moral, eu respondi (mentalmente) na lata:


FODIDA E MAL PAGA.

Haha. Sério! Esse seria O título perfeito.

Então, queridos leitores, eu quero pedir que vossas senhorias me façam a fineza de dizer/escrever pra mim qual seria então o título de vcs. Pode ser? =DDD
Vc tb LU! Hahaha.

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ps: dois posts seguidos é dose, mas eu fiquei sem internet, daí já viu né, deu no que deu.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

KGB na Praça XV.

Eu aposto uma lasca do meu dedinho mindinho que o prezado leitor tá curioso pra cacete pra saber daonde saiu o título que anuncia mais um de meus impropérios. Mas, calma, né nada de mais não. O comunismo continua no sepulcro.
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Acontece que pessoas loucas têm costumes loucos, obviamente. Sendo assim, na terça eu fui num Simpósio que o meu professor de mestrado organizou. Um lance aí sobre os BRICS, com foco nas relações Brasil-Rússia (o professor é russo). Maneiro e tal, blá, blá, blá. Mas o q chamou mesmo a minha atenção foram duas coisas:

1- A comilança patrocinada pela sadia. E pq pela sadia? Porque tem sadia na Rússia! O.O
2- A quantidade de russo por metro quadrado! Nunca vi, cara.

E foi...hamm...diferente né? Neguin tudo falando enrolado e talz, mas foda e blá. O q me deixou puta é que tinha uma argentina ( e minha mãe diria que argentino quando não caga na entrada, caga na saída) lá q fez questão de falar em espanhol! Tomanocu, cara! Os comuna tudo falando português q é diferente pra caralho do russo e a pilantrona nada. Fiquei puta. Que marra da porra.
Depois dizem que a gente tem rixa com argentino. Porra, eles SÓ dão motivo, né não?
o.Ó

terça-feira, 3 de junho de 2008

Avante, reaça!

O Woody Allen tá gagá. Senil. Esclerosado. Bode velho. Múmia. Dercy. Índia butucuda. Velhote cheio de mania. E eu to é puta hein.

Esse é o fim. Agora, o começo:

Todo adolescente-metidinho-a-intelectual que se preze gosta de Woody Allen. De modo que eu comecei a curtir os filmes do cara quando eu ainda era uma mocinha (pode acreditar, eu já fui uma). Eu me lembro bem de ter "descoberto" um universo que me fascinou de cara. Era sempre aquela coisa: trilha de jazz, sagacidade e humor refinado nos diálogos, elenco sempre ótimo pra dar cor à crônica cínica com a qual ele abordava enredos relativos à miséria humana.

Traduzindo: ele fazia piada da raça humana, com aquele sarcasmo de fazer rolar de rir.

Pombas. De filmes como Crimes e Pecados, Hannah e suas irmãs e Annie Hall, ele foi pra Melinda e Melinda e Match Point. Foi aí q ele que começou essa merda de fazer filmes densos. Porra, se eu quiser um filme "denso", eu pego a porra do dvd de dogville (ótimo) e vejo a porra do Dogville. E pode dizer que eu sou saudosista-reacionária. Nem ligo, nega.

Tá bom, já sei. O artista dá faz da sua arte o que quiser. Tá bom, mas eu sei tb que eu tenho todo o direito de reclamar! Ainda mais depois de ver "O sonho de Cassandra" e sair do cinema com todos os fios de pentelho em pé pq a porra do filme era um suspense só, uma tensão do caralho.

Afinal, pq esses filmes? Quer saber pq ele enveredou pra esse caminho?

Adivinha?

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Post a parte: caraleo! Como assim roubaram as cinzas do Kurt Cobain? A Courtney Love é muito incompetente mermo. Não deu conta do homem quando ele tava vivo e nem agora que ta morto. Agora, ta aí falando em suicídio. Eu não me oponho. Alguém?

sábado, 31 de maio de 2008

Sobre a Sacanagem.

Outro dia, estava eu matutando mais um de meus pensamentos infrutíferos e acabei chegando aonde todo mundo sempre chega: na sacanagem. Eu não sei de onde saiu isso porque no momento eu estava lendo um livro chamado “O fim do século XX” (John Lukacs). Hmmm. Mentira. Lembrei. Eu estava lendo a parte que ele falava sobre Hilter! Agora sim, tudo faz sentido, mas veja bem, o foco aqui é sacanagem strictu sensu, não lato, então, adiante.

Eu não vou entrar numa de dizer o óbvio, tipo “quem não ta pensando em sacanagem é porque ta fazendo sacanagem”. Isso todo mundo sabe. O que eu acho mesmo intrigante, mesmo que também manjado é o fato da dualidade e riqueza da palavra e de seus “correligionários”, por assim dizer: a foda, a porra e o caralho.

Eu não sei como é na Finlândia, por exemplo, mas aqui é aquela história. Levou pernada de alguém? Que sacanagem! Deu aquela foda malandra? Sacanagem da boa! Tomou na bundinha: Que caralho! Se deu bem? Bom pra caralho. E por aí vai.

Tem também a sacanagem-zuação, que me parece ser a favorita da moçada. Tipo, mandar praquele zé que não cala a boca, que ele tá com um tremendo feijãozão no dente. Haha.

E ainda temos, minha gente, a sacanagem aperitivo! Aliás, eu adorava as festinhas no subúrbio, nos anos 80, cara. Algumas vezes rolava sacanagem (olha, que legal, quem não conhece o tira-gosto vai achar que eu to de sacanagem! Tendeu? Haha).

Em contraposição aos deleites da sacanagem aperitivo está a “sacanagem–dicionário”. O que me deixou cabreira é que olhando no dicionário, lá não temos o sentido conotativo, mas só denotativo. Lá define sacanagem como embuste, velhacaria e talz. Baita injustiça com uma palavra tão rica! Tudo bem que é um dicionário-relíquia de 1984, mas mesmo assim já ta defasado de muito, cara. Sacanagem é sacanagem desde sempre! Só valeu a pena para descobrir que existe uma palavra chamada “saca-nabo”. Haha.

Mas não! Não se deixem abater pelo pouco valor que a língua portuguesa (aparentemente) destina a nossa sacanagem de cada dia. Sigamos com ela, de preferência, sempre sacaneando! E se tiver que ser sacaneado, que seja só daqueeele jeito.

De acordo?

Adaptando: que a força (da sacanagem) esteja com vocês.

=)

domingo, 18 de maio de 2008

Largue de sua froxura, cabra.

Mais uma vez assumindo minhas misérias: eu sou machista. Aham. Pra mim, o cara tem sim que abrir a porta do carro, tem sim que deixar a moça subir antes dele no ônibus e etc. E tem mais: homem tem que ser macho! Macho! Tem que agir feito macho, falar feito macho, usar roupa de macho e principalmente: ouvir música de macho! Sério, arregacei né. É que eu ando cansada da quantidade de cabra frouxo que vejo pelos arredores. Mas é isso, cara. Vai dizer que não dá vontade de dar uma bicudona no cara que chega pra você e diz que é fã do Jorge Vercilo? Quer ser biba, seja biba (bibas, eu AAAAMO vcs), mas quer ser homem, seja macho! Biba é biba, macho é macho. E é diante dessa conclusão sem igual que eu afirmo categoricamente, mais uma vez, no melhor estilo Frederico Evandro de ser: homem tem que ser macho, senão não serve!

Veja, por exemplo, o que me aconteceu em outubro de 2004, no show do Doors. Porra, meu cigarro acabou e pedi cigarro pra um meio-quilo q tava do meu lado. O cara me deu um cigarro de cravo. Porra, de cravo? Quer ficar com gostinho doce da boca, mermão? Seja homem! Juro que me deu vontade de dar um soco na cara dele. rs. Se ele fosse macho, ele tinha me oferecido Marlboro e eu não tinha me aborrecido e nem tido gana de socá-lo. =D

Façamos, então, diante desse post quase sem sentido, a média configuração do macho alfa:

Altura: nada menos que 1,80.
Peso: nada menos que 90 kg.
Comida: tudo que faz mal.
Bebida: que ataca o figo.
Filme: Rocky I-IV (hahahaha)
Música: Rock and roll!

Se tiverem dúvidas sobre como um macho deve se comportar, amigo leitor, é só me perguntar. Ficarei feliz em responder. Hahaha.
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"Coerência na persuasão
Pré-estabelecida está a conclusão
Se eu falar sobre o que não entendem
Poucos escutam, muitos se ofendem
A verdade é que não há verdade
Tudo é porque não há não ser".

Matanza - Quem leva a sério o quê?

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[Eu to nessa macheza toda pq eu ando ouvindo muito Matanza, sabe?hihihihi]

domingo, 11 de maio de 2008

Indiana Lívia.

E eu que saí de Irajá 11 da manhã e só cheguei em Pendotiba 3:30 da tarde? Aconteceu mais ou menos assim:

Eu deveria ter saltado na cabine da PM, mas passei do ponto. Resolvi, então, saltar a esmo e a esmo começou a "aventura". Andando pela estrada, só via poeira, casa de pau-a-pique e minhoca da terra. Não sabendo onde estava, parei a minhoca e perguntei:

- Ô, minhoca, onde é que eu tô?
- Vc tá onde o vento faz a curva, minha filha.

Okay, mas como é sempre bom ter uma segunda opinião, eu andei, andei, andei (andei mesmo) e andei mais, finalmente chegando a uma pretensa civilização. Perguntei a outra minhoca, um pouco mais esclarecida que a de antes, e ela me disse:

- Olha, vc tá em Deus me livre, mas vc precisa ir pra depois da ponte que partiu.

Beleza. Achei a ponte, virei onde ele me disse e andei, andei, andei (andei mesmo) e andei mais, só que dessa vez, não cheguei a lugar algum. Sadicamente, o destino me colocou numa rua chamada "Avenida da Paciência". Takil pariu. Segui andando, só havia barro, tipo lamaçal do caraleo e o mais ridículo era eu andando como se tivesse me cagado toda, pra tentar proteger minha sapatilha de camurça.

Sem sacanagem, eu andei tanto que quando eu perguntei pra duas minhocas velhas no portão, elas me disseram que eu estava em Tribobó!

Alguém aqui já foi a Tribobó? Tipo, quem nasce em Tribobó é o quê? Três vezes bobo? Bom, sei que a vontade que eu tinha era de sentar no meio fio, chorar e dizer: "ok, vida, está tudo acabado, vc ganhou a batalha e eu entrego de vez os pontos". Foi então que eu comecei a pensar que eu estava no meio do nada, com fome, com sede, fodida e que se eu morresse ali, minha mãe não ia poder nem me enterrar, sabe pq? Porque ninguém conseguiria chegar naquele buraco de merda, no meio de porra nenhuma! Só havia uma palavra pra mim: fo-deu.
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Eu, que já tinha ligado pra Bia 7584635 vezes, resolvi pedir arrego pra outras pessoas. Liguei pro primeiro, nada; pro segundo, porra nenhuma; pro terceiro, nem sombra. O desespero começou a voltar com toda força e agora com o plus da ira:

CARALHO, TÁ TODO MUNDO (ME) FODENDO NESSA PORRA!?

E o foda foi o motoboy que passou por mim e me perguntou onde era num sei o quê. Eu olhei bem pra cara dele e disse: "Tu quer me foder, aspira? To mais perdido que tu, parceiro". Depois disso, eu quis enfiar uma bala no meus próprios córneos, cara. Como assim? Se nem o motoboy sabia onde tava, como eu iria conseguir sair dali e chegar a algum lugar? Fo-deu [2].

Cara, o que me salvou foi mesmo, pasmem, abaixo de Deus, a tecnologia. Voltei a ligar pras pessoas e finalmente consegui ajuda, sabe? Digo isso porque se eu tivesse me perdido há 10 anos atrás, sem celular, eu estaria em Tribobó até agora.
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É, senhores, esta é a vida da pessoa. Assim, desse jeito. E, às vezes, é até pior.

Acredita? Pois é. Nem eu.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Pé na porta, soco na cara.

O verídico

- Você fuma?
- Fumo...
- Por que você não pára de fumar?
- Todo mundo me pergunta isso...
- Eu sou ex-fumante.
- É mesmo?
- Pára de fumar...é mole!
- (silêncio)


O fantástico

- Você fuma?
- Fumo...
- Por que você não pára de fumar?
- Vem cá, tu me come??!
- Não.
- Tu me dá dinheiro??!
- Não.
- Então, APUCARALHO.
- (silêncio)

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Quando foi mesmo que eu deixei de ser fálica? Hein? tsc.

terça-feira, 6 de maio de 2008

O meu refrigerador não funciona.

Acende um cigarrinho, pega uma bebida, ajeita bem a bunda na cadeirinha aí porque o lance aqui vai se alongar (ui).

Na última feijoada da Portela, enquanto conversava com as amigas, fiquei pensando sobre os fatores que nos levam a mudar o nosso olhar face a certos acontecimentos e pessoas. De que maneira os poréns e afins ganham vida em nossas mentes, palavras e posições para que cheguemos a um determinado ponto? Simplificando: por que as pessoas mudam pra nós? São elas que mudam ou nosso olhar que muda?

Muitas indagações para um único tema, eu sei, mas é que o assunto é complexo e exige mesmo isso de mim. É intrigante, por exemplo, lembrar de como há 10 anos atrás você morreria por alguém e hoje você achar que esse alguém não te diz nada, não significa nada. Em alguns casos, isso demanda somente a ação do tempo, mas em outros uma série de fatores “instante-já”, citando Clarice. Claro que as variantes são mais que variáveis, mas acredito na possibilidade de uma “Teoria Geral da Decepção”. (hahaha), que seria tipo um prelúdio para criar uma espécie de paradigma do desapego.

Quando uma pessoa te decepciona profundamente a ponto de você não querer mais estar perto dela, é claro que você tem suas razões em virtudes de acontecimentos que dizem respeito só a vc, mas, além disso, há algo mais? Eu quero saber se é possível que não se conheça bem uma criatura até que ela pise na bola com você, mesmo que vc julgue conhecer bem seus defeitos e virtudes. E mais: será possível que se possa mudar, essencialmente, tanto a ponto de se tornar realmente um idiota ou é a nossa visão que muda ao ver algo que jamais esperaríamos.

Talvez seja assim: o que o outro permite que nossa “visão” tenha acesso não é suficiente para que possamos pensar em determinadas pisadas de bola. Ou seja: certos furos, conseguimos lidar porque conseguimos prever face a densidade da personalidade dada, mas outros se tornam invisíveis pra nós e nem com visão de raio-x temos habilidade para entender que há, em alguns momentos, um Lex Lutor bem diante de nós.

Ou talvez seja assado: o outro pode ter sempre se mostrado do jeito que era/sempre foi, mas a nossa visão estava prejudicada, por causa de algum motivo assaz idiota. Isso implica que a responsabilidade pela decepção é, também, nossa, o que me faz, obviamente, rechaçar a presente alternativa.

De modo que, ainda me resta a problemática sem definição: afinal de contas, o que acontece dentro da gente para positivar a porra da decepção? É só o outro, tipo, o inferno continua sendo os outros? É também a gente e o nosso olhar que muda, de acordo com nossos valores, interesses e medos a longo (curto ou médio) prazo?

Bom, para perguntas de ontem, conselhos de anteontem: se tudo que você tem é um martelo, trate tudo como prego.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Fazendo merdinha da Estrela.

Minha Virgem Santa do homem barango!
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Porra, fazer merda na própria cara? Esse aí merece o prêmio de cagalhão do ano!
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Gente, os homens nas duas fotos são a mesma pessoa, tá? Mickey Rourke. Pra quem não sabe, ele fez o filme 9 1/2 de amor (que na seção "mais informação do que vc precisa" foi responsável por parte das minhas fantasias eróticas), sucesso de público nos anos 80! E tem "don't stop the dance", do Brian Ferry como tema!
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Mas aí, quando eu vi a foto dele fantasiado de Donatela antes do alisão, eu pensei apenas uma coisa:
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Por quê?
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Será que ele tem filhos? Imagina? "Esse aqui é meu pai". Ma, nem debaixo de muita porrada na cara. Se me perguntassem do meu pai, eu mandava na lata "tenho pai não, gata, nasci de uma experiência genética de péssimo gosto". O que não seria exatamente mentira, no caso de ser pimpolho da tiazona pagando peitchuga aí da foto...
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Olha, eu realmente poderia fazer um post extenso sacaneando o Mickey horrores, mas eu devo confessar que a imagem da foto me deixou down. É tipo vc encontrar o picão do teu ex-colégio, todo caído, com cabelo ensebado, sem aquele dentinho que a Amy perdeu e por aí vai...
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Pra finalizar então, eu digo: dignidade não custa merda né.
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Cya!
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[em breve, tão logo eu me recupere desse abalo.rs.]
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Créditos da foto da tiozona - TDUD.
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"Quando você fica apertado
E a privada está toda imunda.
O cocô bate na água
E a água bate na bunda".
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Privada Entupida - Rogério Skylab

quarta-feira, 23 de abril de 2008

De Capadócia para Terra Brasilis.

Salve São Jorge guerreiro que integra a locura gostosa que é o sincretismo brasileiro! E com direito a rima e tudo hein! Desde que dia 23 de abril foi decretado feriado no Rio de Janeiro, nós temos então o melhor feriado prolongado ever. Vai dizer o que? Que é vagabundagem? É nada! É mini-férias pro trabalhador carioca!

Pessoas, mini-roteiro pra ser feliz sem parar no feriado:

Namorado+Trilha sonora de Buena Vista Social Club+Última temporada de Seinfeld+Barbra Streisand in concert nos anos 80+Estudar pra kct+Saborear pratos deliciosos+Diversão a troco de nada.

Hihihihi. Sei que os leitores estarão pensando agora em duas coisas: 1- no seu roteiro particular; 2- nossa, Barbra Streisand é muito brega! Hahaha.
Adendo: eu amo a citada cantora desde menina né. Ela tem uma voz foda e é talentosa pra caraleo, além do que é intérprete tb foda. Não canta com cara de quem tá cagada, como muitos "talentos" contemporâneos!

Adendo2: "Evergreen" é das canções mais lindas que existem.

Cya!

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Rapidinhas - Perguntas que não calam!

  • Por que todo e qualquer corte de cabelo da Fátima Bernardes sempre fica uma merda? Isso vale pra Hebe Camargo também.
  • Como assim a Kelly Key que só tem o segundo grau, tem um puta casarão e eu q to fazendo mestrado e Direito só tenho um(a?) quitinete?
  • Por que ainda hoje a conta bancária do Bispo Macedo continua a crescer, a despeito de toda pilantragem que é a Igreja Universal?
  • Por que as pessoas gostam tanto do Michel Melamed?
  • Quando a Leda Nagle vai se aposentar?
  • De onde as pessoas tiram que serão menos idiotas só por escreverem suas idiotices em inglês? Tipo: luv ya. Isso pra mim é miguxês em língua estrangeira.
  • Será que depois da dengue, teremos uma epidemia de febre amarela pra determinar, de vez, o retrocesso da saúde pública?
  • Será que se eu me render ao prozac, eu vou sentir menos fúria diante do mundo?

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Eu tenho andando com a minha cabeça a mil/hora. Não me bastasse assoviar e chupar cana ao mesmo tempo, com as mil coisas que tenho de fazer, ainda há essa nuvem negra pairando sobre a minha mufa e a de todos. Toda essa história do caso Isabella realmente tem me deixado irritada, daí tento me distrair vendo alguma coisa na tv, pensando na tintura do meu cabelo que preciso retocar, mas é realmente foda de aturar.

Eu sou contra a pena de morte, sempre serei, mas um cara q mata a própria filha, no meu entendimento, merece uma punição similar. E o que seria isso? Sofrimento eterno. Não sei em que termos, mas dor, muita dor. Nada de menos. Maldito seja.

Até mais, senhores.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Homeopatia aplicada.

Fato: nem todas as pessoas com as quais convivemos são plenamente suportáveis. Sendo assim, não adianta ficar se emputecendo com o mundo ao redor, a estratégia deve ser: entender para combater. A vida, companheiros, é mesmo uma guerra. Tantas, tantas, que nossas armaduras e arcabuzes necessitam de um "recheio" fortemente consciente.
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Existem pessoas que não podemos nos imaginar convivendo o tempo todo, elas são denominadas homeopáticas. Como assim? Eu digo: elas até funcionam, mas em pequenas doses. Aquele cidadão com quem se pode falar por até 60 segundos pq esse é o tempo que ele precisa pra começar a falar merda. Estabelecida a característica principal do meliante, o lance é não ministrar sua presença em doses maiores que o estritamente necessário pq será realmente danoso ao perfeito funcionamento do seu organismo.
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A partir da consciência de que aquele mala do seu trabalho ou da sua faculdade se enquadra nessa classificação, a tática é a do motorista de ônibus: "Fale ao fulano somente o indispensável". Não tem essa de amiguete forçado não, é "oi" e "tchau" mesmo, mas sem patadas ou irritações. E por quê? Porque vc é uma pessoa, agora, conscientizada, plena em conhecimento acerca da teoria da pessoa homeopática.
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O passo final é o mantra: Só por hoje, eu não vou mandar tomar no cu.
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Tenha uma vida feliz.
;]

quinta-feira, 3 de abril de 2008

O problema do quase.

Depois de um daqueles dias em que TUDO dá errado, você se sente miseravelmente aliviada (e alívio é uma forma de felicidade também, eu diria) em estar quase chegando em casa. Esse quase aí não seria uma ameaça pra pessoas normais, mas pra mim sempre é, cara. É o possível intervalo de tempo onde poderiam descobrir, por exemplo, que o Osama está no Rio e mais, tá no meu ônibus!

Então, depois de pegar chuva – pra caraleo - no côco, encarar engarrafamento, quase rolar na porrada com o camelô, quase ser atropelada por uma bicicleta, quase tomar uma escarrada na saia plus ralar feito corna intelectualmente e braçalmente, você está descendo o degrau do ônibus (e chove cântaros na rua) pra se estatelar na cama se sentindo a pior de todas, quando, de repente, alguém* te diz:

- Vai molhar o all star hein, tia.

(Momento de pausa para processar a intervenção e o ódio crescer)

- Tia?

- TIIIA???!!!!!

- Sifudê, muleque! Tia é a PUTA QUE TE PARIU, seu mal fodido e intrometido! Deixa eu te mostrar umas coisinhas que eu sei fazer pra ver se vc vai querer me chamar de tia depois!**


Moral da história: nada é tão ruim que não possa piorar.



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*Porra, era um galalau de 20 e tantos anos!! Com barba na cara!
**Eu não disse isso, eu estava mesmo já descendo quando o fdp falou.

PORRA.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Será que eu consigo?

"Eu tenho a maldição da razão. Há meses reflito sobre a doença de refletir demasiadamente e estabeleci com toda a certeza a correlação entre a minha infelicidade e a incontinência da minha razão. Quero um tratamento radical: ser babaca será a quimioterapia da minha inteligência."
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Martin Page - Como me tornei estúpido.
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Atualização na mais pura pilantragem, eu sei.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Precisely addicted.


to you.

ps: dá licença? Não dá pra reclamar o tempo todo né. rs.

terça-feira, 11 de março de 2008

Vida no coletivo

Oi, gente. Td bem? Hoje vamos falar sobre o drama que é andar de busão diariamente. Mais especificamente sobre o MEU drama. Pra começar: eu queria saber (de verdade) por que toda gorda que entra no ônibus, me avista, vem logo sentar o busanfão do meu lado. Sério, cara, há mais ou menos uma década que eu observo esse fenômeno, digamos assim. Eu teria duas explicações possíveis: 1 - eu sou magra, 2 - eu pareço uma pessoa bacana.
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Péeeeeee. As duas respostas estão erradas, eu não sou (exatamente) magra e tenho cara de quem já matou 10. Então, penso que essa história cíclica entrará pro hall das félas perguntas sem resposta.
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Okay. Questão número 2: por que seeeempre que eu quero ler no ônibus tem (no mínimo) dois filhos da puta conversando aos urros? Pra essa eu dou três alternativas pra vcs pensarem: 1- eu tenho cara de surda-muda, 2- eu tenho cara de otária, 3- eu tenho cara de privada.
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E eu terei de dizer que eu apostaria na alternativa 2, MAS em minha defesa, trarei uma teoria alternativa, a saber: a lei de Murphy! (Rá, me saí benzão hein, diz aí.) - tipo: tudo sempre pode piorar, em qualquer lugar.
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Vou parar na questão 2 pq seu eu continuar....haha...puta kil pareu....
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Saindo das questões, agora venho com uma assertiva: PORRA, eu não sei quantos metros quadrados tem um ônibus, mas eu sei que a quase totalidade desse espaço é tomado por gente feia pra caraaaaalho. É insuportável. Vc olha pro lado tem um feio, vc olha pro outro, um mais feio ainda, olha pra roleta e lá vem a gorda, olha pro cobrador e...feio que dói! Caraaaleo.
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E como eu já estou me irritando lembrando dessas porras todas, vou fechar aqui com uma pérola de um dos "diálogos" que fui obrigada a ouvir hoje. A mulher disse "é, cara, isso é um pOblemão". Um não né, filha. Quem tem UM pOblema, já tem dois! Se liga.
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Grrrrr.
Fui.
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"Quer um conselho?
Entra no banheiro,
Fecha bem a porta,
Tampa o basculante,
E liga o gás."
Rogério Skylab.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Já que eu só vou poder postar de novo neste dia daqui há quatro anos, eu cismei que tinha que escrever alguma coisa, mas como tô sem idéias, vou dar uma sacaneada nos indies q é sempre bom né.

Aí vai uma historinha (1) pra vcs.rs.

"Para entender as diferentes vertentes do Metal e do Rock, vamos imaginar uma situação e seus respectivos desfechos na abordagem de cada estilo. (2)

No alto do castelo, há uma linda princesa - muito carente - que foi ali trancada, e é guardada por um grande e terrível dragão...

ROCK N'ROLL CLÁSSICO:
Chega de moto fumando um baseado e oferece para o dragão, que logo fica seu amigo. Depois acampa com a princesa numa parte mais afastada do jardim e depois de muito sexo, drogas e rock n roll, tem uma overdose de LSD e morre sufocado no próprio vômito.

HEAVY METAL:
O protagonista chega no castelo numa Harley Davidson(3), mata o dragão, enche a cara de cerveja com a princesa e depois transa com ela. Posteriormente se separam quando ela descobre que ele transou com uma groupie.

GRUNGE:
Chega drogado, escapa do dragão e encontra a princesa. Conta para ela sobre a sua infância triste. A princesa dá um soco na cara dele e vai procurar o protagonista Heavy Metal. O protagonista grunge sofre uma overdose de heroína.

INDIE ROCK:
Entra pelos fundos do castelo. O dragão fica com pena de bater em um nerd franzino de óculos e deixa ele passar. A princesa não aguenta ouvir ele falando de moda e cinema, e foge com o protagonista Heavy Metal.
Hahaha. (Y)

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(1)De acordo com a seção Humor do site Whiplash, o material acima foi adaptado a partir de um texto que circula em várias versões na internet, que eu só conheci ontem.
(2) O texto mostra ainda outras vertentes, fiz um recorte.
(3) Pode trocar a Harley por uma Shadow 600 cc q dá no mesmo. rs.


Beijos!